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O longa O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho e estrelado por Wagner Moura, usa os lugares em Recife para construir sua narrativa, revelando elementos da cultura local e lendas populares, como a “perna cabeluda”. Ambientado em 1977, durante a ditadura militar, retrata com intensidade os conflitos e tensões do período.
A produção ganhou reconhecimento internacional, com indicações ao Oscar e prêmios em Cannes, reforçando sua relevância artística e política. Escolher lugares em Recife como cenário significa valorizar a identidade da cidade e mostrar como seus espaços urbanos dialogam com a memória coletiva e a história nacional.
Recife não foi escolhida por acaso por Kleber Mendonça Filho. O diretor sempre valorizou sua cidade natal e a enxerga como uma potência cultural e cinematográfica, capaz de mostrar ao mundo a força do Nordeste.
Os espaços urbanos aparecem no filme como personagens, respirando cinema em cada esquina. Locais como a Vila Santo Antônio, o Ginásio Pernambucano e o Cinema São Luiz reforçam o realismo da trama e despertam nostalgia e pertencimento em quem reconhece sua importância cultural.
Se você quer conhecer Recife através dos olhos do indicado ao Oscar, veja os principais lugares para visitar:
A Ponte de Pina conecta a Zona Sul de Recife ao centro e oferece uma bela vista da Bacia do Pina, onde se encontram os rios Capibaribe, Tejipió, Jordão e Pina. No filme O Agente Secreto, ela aparece logo no início em uma cena ambientada nos anos 1970, com carros da época passando pelo local, incluindo o fusca amarelo dirigido pelo personagem de Wagner Moura, o que ajuda a transportar o público para o clima histórico da narrativa.
Para Kleber Mendonça Filho, o Cinema São Luiz é um espaço que conecta passado e futuro, e no filme ganha destaque especial como local de trabalho de Seu Alexandre, o projecionista vivido por Carlos Francisco.
O cine-palácio aparece como um personagem, com sua arquitetura e atmosfera funcionando como refúgio e ponto de encontro em momentos de mistério. Assim, o São Luiz reforça a ligação de Recife com a história do cinema, simboliza resistência cultural e mostra por que é um dos lugares mais importantes da cidade.
O Beco do Fotógrafo é um dos lugares em Recife mais próximos do Cinema São Luiz, um corredor estreito que ficou conhecido por reunir serviços ligados à fotografia e acabou ganhando importância em O Agente Secreto.
No filme, o espaço foi usado como cenário de tensão, reforçando a atmosfera de mistério que marca a narrativa. Uma das antigas lojas do beco serviu como set de filmagem e, em homenagem à obra, será transformada em uma galeria, mantendo viva a memória do local e sua ligação com o cinema.
A Praça do Sebo, localizada no bairro de Santo Antônio, em Recife, é retratada como um espaço simbólico que vai além da venda de livros usados, funcionando como ponto de encontro entre personagens e ideias, representando a resistência cultural. O ambiente é antigo e boêmio, inspirado em tradições europeias, o local contribui para a construção de um clima denso e envolvente, remetendo aos anos 1970.
Essa vila escondida no centro de Recife, formada por casas antigas dos anos 1940, surge no filme como um refúgio silencioso em meio ao clima tenso. É lá que o protagonista encontra abrigo com Dona Sebastiana, cuja presença transmite cuidado e proteção. O ambiente tranquilo, distante da agitação urbana, revela um lado mais humano e sensível durante a ditadura.
Entre os lugares em Recife que aparecem em O Agente Secreto, está o Ginásio Pernambucano. Esse lugar aparece na narrativa como o espaço que representa a repartição pública onde o personagem interpretado por Wagner Moura trabalha.
Fundado em 1825 e reconhecido como o colégio mais antigo em funcionamento do Brasil, o local já formou grandes nomes da cultura brasileira, como Clarice Lispector, Assis Chateaubriand e Ariano Suassuna.
A Ponte 6 de Março, conhecida como Ponte Velha, aparece no filme como passagem que conecta bairros históricos de Recife, ligando Boa Vista a Santo Antônio e São José. Situada em uma área antiga, ajuda a compor o cenário urbano e revela a cidade marcada por sua história e transformações ao longo do tempo.
A Padaria Santa Tereza, situada no bairro da Boa Vista, em Recife, aparece de forma sutil na narrativa, em cenas rápidas que ajudam a mostrar o cotidiano do protagonista. Tradicional na região e em funcionamento desde 1981, o local reforça a ambientação urbana e aproxima a história da vida comum da cidade. Para as gravações, ruas próximas, como a Avenida Manoel Borba e a Rua da Soledade, chegaram a ser interditadas.
O Chá Mate Brasília, tradicional lanchonete no centro de Recife desde 1984, aparece em O Agente Secreto como cenário em uma cena de tensão. Conhecido por suas variações de chá de erva-mate, o espaço simples e popular contrasta com o clima de tensão da cena, tornando o momento ainda mais marcante. Em homenagem ao filme, o local criou o sabor “Agente Secreto” e passou a atrair mais visitantes, consolidando-se como ponto turístico da cidade.
Por fim, na lista de lugares em Recife, o Banco de Sangue Hemato representa um espaço que carrega camadas de história, já que o prédio abrigou, nos anos 1940, o antigo Cinema Boa Vista.
Ao lado dele, a estética reforça ainda mais essa conexão com o passado, marcada por casarões antigos e por uma lenda urbana que dá nome ao lugar, associada a vozes de crianças que seriam ouvidas à noite. É um local de interesse para visitantes que desejam conhecer mais sobre as histórias e curiosidades da cidade.
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