
O padrão da Gontijo é atender a todos os públicos, nossa missão é oferecer um serviço de segurança e conforto.
Conheça mais destinos com a Gontijo!
Viajar com crianças pode ser uma delícia, mas também pede um tipo de planejamento diferente. Ou seja, não basta comprar a passagem, separar algumas roupas e sair de casa com pressa.
Quando os pequenos entram no roteiro, mais detalhes são adicionados: o horário escolhido, a bolsa de mão, os lanches, os documentos, os brinquedos, a roupa para dormir e até a estratégia para lidar com o tédio durante o caminho.
Felizmente, todo esse processo é simplificado quando a família se prepara com antecedência. Crianças gostam de previsibilidade. Elas se sentem mais seguras quando sabem para onde estão indo, quanto tempo o trajeto pode durar e o que vai acontecer durante o percurso.
Por isso, antes do embarque, vale transformar a preparação em parte da experiência: conversar sobre o destino, mostrar imagens do lugar, explicar que haverá paradas e combinar pequenas regras para o caminho.
Com organização, a estrada deixa de ser apenas uma etapa cansativa e passa a fazer parte da memória da viagem.
Acompanhe a leitura!
O preparo começa alguns dias antes do embarque. Primeiramente, é importante conferir data, horário, terminal de saída, previsão de duração do percurso e regras da empresa escolhida. Afinal, quanto menos decisões forem deixadas para a última hora, menor a chance de correria na rodoviária.
Feito isso, converse com a criança com honestidade. Explique que ela vai passar algumas horas sentada, que o ônibus pode parar no caminho, que será preciso usar o banheiro em horários específicos e que alguns momentos serão de descanso. Dessa forma, evita-se sustos e a criança passa a compreender como será o trajeto.
Para os adultos, vale montar uma lista separada em três partes: documentos, bagagem principal e bolsa de mão. A bagagem principal pode ir no bagageiro com roupas, calçados e itens maiores.
Na bolsa de mão, carregue tudo o que pode ser necessário durante o percurso: água, lanches, remédios de uso habitual, casacos, brinquedos, lenços umedecidos e uma troca de roupa.
Documentação é um dos pontos mais importantes. Antes de sair de casa, confira quais documentos são exigidos para a idade da criança e para o tipo de acompanhamento.
De modo geral, é necessário levar documento de identificação da criança e do responsável. Contudo, em alguns casos, especialmente quando o menor viaja desacompanhado dos pais ou com terceiros, pode ser exigida autorização específica.
O ideal é verificar as regras atualizadas com antecedência, principalmente em viagens interestaduais. Guardar o que for importante em uma pasta pequena facilita muito: RG, certidão de nascimento quando necessária, autorização, comprovante da passagem e documentos do adulto responsável.
Na rodoviária, chegue com tempo. A criança sente a pressa dos adultos. Se a família chega atrasada, procurando guichê, banheiro e plataforma ao mesmo tempo, o clima já começa tenso.
Portanto, chegar antes permite fazer tudo com calma: retirar a passagem se necessário, ir ao banheiro, comprar água, identificar a plataforma e embarcar sem atropelo.
A bolsa de mão é quase um kit de sobrevivência. Ela precisa ser prática, leve e bem organizada. Evite colocar tudo solto, porque na hora da necessidade ninguém quer revirar a mochila inteira procurando um lenço ou um remédio.
Leve uma troca de roupa completa para a criança, mesmo em percursos curtos. Acidentes acontecem: um suco derramado, enjoo, calor, frio ou uma parada em que a criança se molha sem querer.
Além disso, vale incluir uma blusa leve, porque o ar-condicionado pode deixar o ambiente mais frio durante a noite.
Outros itens úteis são: lenços umedecidos, álcool em gel, sacolinha para lixo, papel higiênico, garrafa de água, escova de cabelo, protetor labial, fralda se for o caso, nécessaire pequena e medicamentos já orientados pelo pediatra.
Para bebês, a lista precisa incluir fraldas extras, mamadeira, fórmula ou leite conforme a rotina da família, paninho, chupeta, mordedor e uma manta. Veja, a seguir, outras preocupações que devem estar presentes.
Outro cuidado fundamental é com a alimentação. O melhor é escolher comidas leves, fáceis de transportar e que não façam muita sujeira. Por exemplo, frutas cortadas, biscoitos simples, pão de queijo, sanduíches naturais, bolinhos individuais e snacks conhecidos pela criança costumam funcionar bem.
Evite alimentos muito gordurosos, cheiros fortes ou novidades que a criança nunca comeu antes. Estrada não é o melhor momento para testar um lanche diferente. Se houver enjoo, o desconforto pode durar boa parte do trajeto.
A hidratação também precisa entrar no planejamento. Leve água em uma garrafinha fácil de abrir e incentive pequenos goles ao longo do caminho. Só tenha cuidado para não exagerar antes de trechos longos sem parada, principalmente com crianças menores.
Nas paradas, prefira comprar algo simples e observe o tempo disponível. A criança pode se distrair facilmente em banheiro, lanchonete e lojinha. Por isso, combine antes: primeiro banheiro, depois lanche, depois retorno ao ônibus.
Se você quer relaxar no percurso, pense no entretenimento dos seus filhos ou familiares. Ele deve ser pensado por faixa etária.
Para bebês, brinquedos pequenos, mordedores, paninhos e objetos familiares costumam bastar. Para crianças maiores, é interessante variar as opções: livro, revista de atividades, lápis de cor, adesivos, jogo de memória compacto, fone de ouvido e alguns desenhos baixados no celular ou tablet.
A palavra-chave aqui é alternância. Não entregue todos os recursos logo no começo. Se a criança recebe tudo de uma vez, o encanto acaba rápido. Guarde algumas opções para momentos estratégicos, como depois da primeira hora, antes de dormir ou quando o cansaço começar a aparecer.
Se quiser lembrar da sua infância, crie brincadeiras sem tela. Contar caminhões de determinada cor, observar placas, inventar histórias sobre as cidades vistas pela janela, fazer “adivinhe o animal”, etc. ajuda a passar o tempo sem depender apenas do celular.
Para evitar conflitos, combine limites antes. Explique quando poderá usar o tablet, por quanto tempo e em que momento será hora de guardar.
A escolha do horário pode mudar completamente a experiência. Para trajetos longos, muitas famílias preferem viajar à noite, porque a criança já embarca mais próxima do horário natural de sono. Isso pode reduzir a agitação e tornar o percurso mais tranquilo.
Por outro lado, nem toda criança dorme bem fora da cama. Algumas ficam curiosas, outras estranham o movimento do ônibus, o barulho da estrada ou a iluminação interna. Nesse caso, pode ser melhor escolher horários em que a criança esteja mais disposta e menos irritada.
Para trajetos curtos, sair depois de uma refeição leve pode funcionar bem. A criança embarca alimentada, mas sem estar pesada. Já horários muito próximos ao almoço ou jantar podem gerar impaciência, fome e pedidos constantes por parada.
Antes de comprar a passagem, pense na rotina da criança, não apenas no horário mais barato ou mais conveniente para os adultos.
Rodoviárias e paradas costumam ser movimentadas. Com isso, a criança deve ficar sempre próxima do adulto responsável. Nada de deixá-la esperando sozinha na plataforma, na mesa da lanchonete ou na entrada do banheiro.
Antes de descer nas paradas, explique que o ônibus tem horário para sair. Segure a criança pela mão, leve apenas o necessário e observe a identificação do veículo para não haver confusão na volta.
Além disso, é importante orientar a criança a não aceitar comida, brinquedos ou convites de pessoas desconhecidas. O cuidado não precisa ser transmitido com medo, mas com clareza. Em ambientes cheios, pequenas distrações podem virar grandes sustos.
Se a criança já entende orientações, combine um ponto de encontro em caso de separação e ensine que ela deve procurar funcionários identificados, segurança ou o motorista. Mesmo assim, a regra principal continua sendo simples: criança sempre acompanhada.
Na hora de tirar o plano das ideias, escolher uma empresa com rotas, canais de atendimento e compra online facilita bastante a organização da família. Pela Gontijo, você compara passagens, confere horários e planeja o deslocamento com antecedência.
Esse cuidado é ainda mais importante quando há crianças no roteiro. Comprar antes permite escolher melhor o horário, preparar a mala com calma, conferir documentos, organizar lanches e montar uma bolsa de mão realmente útil para o percurso.
Viajar com crianças não precisa ser sinônimo de tensão. Com escolhas bem pensadas, a melhor viagem é aquela em que todo mundo chega ao destino com segurança, boas histórias e vontade de aproveitar.










