
O padrão da Gontijo é atender a todos os públicos, nossa missão é oferecer um serviço de segurança e conforto.
Conheça mais destinos com a Gontijo!
Goiânia talvez não seja a primeira cidade lembrada quando alguém pensa em uma viagem pelo Centro-Oeste. Nesse aspecto mora parte da graça. Afinal, quem chega esperando encontrar apenas uma grande cidade cercada pelo Cerrado.
No entanto, ao visitar a capital de Goiás, descobre avenidas arborizadas, arquitetura art déco, parques que fazem parte da rotina dos moradores, feiras enormes e uma relação bastante séria com comida e vida noturna.
A capital goiana foi planejada e começou a ser construída na década de 1930. Essa origem relativamente recente aparece no desenho urbano e em construções do Centro.
Em um mesmo dia, dá para caminhar pela Praça Cívica, provar um empadão goiano e terminar a tarde diante do lago do Parque Vaca Brava. É uma cidade que funciona melhor quando o turista mistura essas experiências.
Confira as nossas dicas de viagem!
Goiânia nasceu de um projeto para substituir a antiga Cidade de Goiás como sede administrativa do estado. A construção começou nos anos 1930, período que também explica uma característica muito particular de seu centro: a presença da arquitetura art déco.
Mas a cidade cresceu bastante além desse núcleo original. Hoje, turismo por ali significa também descobrir uma quantidade expressiva de áreas verdes, feiras frequentadas por moradores, gastronomia regional e bairros conhecidos pelos bares e restaurantes.
Portanto, permite montar uma viagem bastante variada. Pela manhã, patrimônio histórico. Depois do almoço, sombra de árvores e caminhada. À noite, mesa cheia.
Nada mal para um fim de semana, concorda? A seguir, revelamos outros passeios indispensáveis na capital goiana.
Comece pela Praça Cívica, nesse ponto de partida Goiânia planejada aparece com mais clareza. A região concentra edifícios públicos, monumentos e alguns dos principais exemplares art déco da cidade.
Ao invés de procurar apenas uma construção específica, caminhe pelo conjunto. Formas geométricas, linhas mais limpas e detalhes decorativos ajudam a reconhecer um estilo bastante associado à década em que a nova capital foi construída.
A prefeitura de Goiânia criou um roteiro turístico dedicado à arquitetura, história e cultura dessa área central, integrado ao chamado Caminho dos Bougainvilles.
Nas proximidades, vale conhecer o Museu Pedro Ludovico, instalado na antiga residência do político responsável pela transferência da capital. Móveis, documentos e objetos pessoais ajudam a tirar a história da escala monumental e trazê-la para dentro de uma casa.
O Museu da Imagem e do Som é outra possibilidade para quem gosta de memória urbana e patrimônio audiovisual.
Não precisa transformar a manhã em uma prova de história. Escolha dois ou três endereços e reserve algum tempo simplesmente para andar pelo centro.
Em Goiânia, o parque faz parte da vida da cidade. Veja quais são os passeios imperdíveis ao ar livre:
Temos uma dica especial para melhor aproveitamento: em vez de visitar três parques no mesmo dia, escolha um. Sente, caminhe e aproveite o lugar como os moradores fazem.
Uma viagem a Goiânia fica incompleta se todas as refeições forem escolhidas apenas pela proximidade do hotel.
A cozinha local tem ingredientes que ajudam a contar o próprio Cerrado. Pequi e guariroba aparecem em receitas tradicionais, enquanto galinhada, pamonha e empadão goiano estão entre os pratos associados à gastronomia regional. A Agência Municipal de Turismo também destaca a influência das cozinhas mineira e baiana sobre os hábitos alimentares locais.
Para quem nunca provou pequi, vale uma pequena advertência bastante útil: não morda o caroço. A parte interna possui pequenos espinhos. A polpa deve ser consumida com cuidado ao redor dele.
Outra boa estratégia é abandonar por uma noite qualquer pretensão de “jantar rapidamente”. Goiânia tem tradição de bares, restaurantes e mesas que prolongam a conversa. Setores como Marista, Bueno e Oeste concentram muitas opções.
Com todas essas informações, está mais do que claro: esta é uma cidade em que o passeio pode perfeitamente terminar porque surgiu uma mesa interessante pelo caminho.
Se a viagem cair em um fim de semana, guarde espaço na mala. A Feira Hippie é uma das instituições locais. Ela ocupa a Praça do Trabalhador e reúne milhares de comerciantes. Há roupas, acessórios, artesanato, produtos para revenda e comida. Esta é a maior e mais antiga feira da cidade, há milhares de feirantes cadastrados.
O tamanho exige disposição. Não pense nela como uma feirinha para percorrer em vinte minutos.
Aos domingos também acontece a Feira do Sol, na Praça do Sol, com artesanato, moda e alimentação. Há ainda diversas feiras espalhadas pelos bairros: a prefeitura contabiliza mais de uma centena de feiras livres cadastradas no município.
Para o turista, elas oferecem algo diferente dos pontos turísticos tradicionais: permitem observar hábitos cotidianos e voltar para casa com lembranças que não vieram de uma loja de souvenirs.
Para quem chega de outra cidade, viajar de ônibus pode simplificar o roteiro principalmente porque Goiânia está conectada a diferentes destinos rodoviários.
A Gontijo comercializa passagens para Goiânia e permite pesquisar rotas, datas e horários pelos seus canais digitais. O grande benefício está na compra antecipada, pois evita chegar à rodoviária sem saber quais opções estarão disponíveis para aquele dia.
Dependendo do horário da chegada, a primeira experiência da viagem pode começar praticamente assim que você descer do ônibus. Afinal, há uma coincidência interessante para quem desembarca no fim de semana: a Feira Hippie acontece na Praça do Trabalhador, ao lado do Terminal Rodoviário.
Depois é só decidir qual Goiânia conhecer primeiro: a art déco da Praça Cívica, o verde dos parques, as bancas das feiras ou um prato que provavelmente vai chegar à mesa maior do que você imaginava.










