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O calendário de festivais em 2026 no Brasil deixa em evidência: a música segue sendo um dos principais motores de deslocamento no país.
A partir de fevereiro, cidades de diferentes regiões passam a receber eventos que movimentam turismo, ocupam estradas e criam pequenos fluxos temporários de pessoas em busca de shows, encontros e experiências coletivas.
Para quem gosta de viver festivais, das pistas alternativas aos megashows internacionais, saber o que vem pela frente muda tudo para melhor. Além de garantir ingresso, você precisa chegar ao destino, com segurança e conforto, descansar no caminho e aproveitar cada dia sem transformar a viagem em mais um cansaço.
Neste artigo, reunimos os melhores festivais em 2026, com eventos confirmados e espalhados pelo país. Esse conteúdo é especialmente para quem valoriza organização e uma experiência completa, do embarque ao último show.
Confira!
Nos primeiros dias de janeiro, estamos ansiosos pelo novo ano e queremos compartilhar o que nos deixa particularmente animados. Uma série de grandes eventos nos aguarda no Brasil.
Para você se organizar e aproveitar ao máximo os eventos, reunimos os melhores festivais em 2026. A seguir, veja o que vai acontecer por aqui:
Fevereiro concentra dois movimentos importantes: o carnaval e a chegada de grandes turnês internacionais. É um mês de alta circulação nas estradas, aeroportos e rodoviárias. Logo, um planejamento é fundamental.
O Carnaval dos Sonhos, em Belo Horizonte, é um exemplo de carnaval organizado em formato de festival. A proposta vai além dos blocos de rua: há programação concentrada, estrutura pensada para grandes públicos e um perfil de viajante que busca festa, mas também previsibilidade.
O Carvalheira na Ladeira, em Olinda, é quase um ritual para quem acompanha o carnaval pernambucano. A experiência mistura shows, patrimônio histórico e circulação intensa entre Recife e Olinda, o que torna essa mobilidade (no máximo 30 min de distância de carro) parte central da vivência.
Em São Paulo, fevereiro também marca a passagem de artistas internacionais mais aguardados. My Chemical Romance e Bad Bunny mobilizam fãs de diferentes regiões do país. São shows que geram viagens longas, estadias curtas e a necessidade de chegar descansado para encarar estádios lotados, como o Allianz Parque.
Março consolida o retorno dos grandes festivais urbanos. O Lollapalooza Brasil não é apenas um evento musical: ele altera a dinâmica da cidade de São Paulo por três dias. Trânsito, hotéis, restaurantes e transporte público sentem o impacto.
Para quem vem de fora, pensar o trajeto com cuidado pode melhorar a sua experiência. Chegar cedo, evitar baldeações desnecessárias e garantir um retorno tranquilo. Esse é o ideal, organize-se para isso.
No mesmo mês, shows como o do Big Time Rush, em São Paulo, atraem um público diverso, que muitas vezes combina show com turismo urbano. Março costuma ser um mês estratégico para viajar: fora do pico do carnaval, mas com agenda cultural intensa.
Abril é um retrato fiel da diversidade musical brasileira. O Hopi Pride Festival 2026, ocorre no parque de diversões Hopi Hari em Vinhedo, próximo a Campinas, contará com Pedro Sampaio, Duda Beat, Duquesa e muito mais. É um espaço que une música pop, celebração da diversidade e entretenimento em um parque temático, atraindo um público jovem, majoritariamente urbano, que valoriza experiências completas.
No outro extremo, o Bangers Open Air concentra fãs de metal em dois dias intensos, com público fiel e deslocamentos vindos de várias regiões do país. O evento ocorrerá no Memorial da América Latina, na Barra Funda em São Paulo. No sábado, a expectativa é para o Ozzy Tribute (em homenagem ao falecido Ozzy Osbourne), no entanto, a programação conta com as bandas Angra, Project46 e muito mais.
Abril também recebe turnês longas, como a de Mac DeMarco, que passa por capitais como Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Recife, Belo Horizonte, Curitiba, Florianópolis e Porto Alegre, além dos grandes shows de The Weeknd com participação de Anitta, no Rio de Janeiro e em São Paulo.
Para quem acompanha mais de uma data, a estrada deixa de ser apenas deslocamento e passa a fazer parte do próprio roteiro.
Junho traz festivais que propõem outra relação com o tempo. O Sounds of Quartzo, na Chapada dos Veadeiros, e o Festival da Lua Cheia, em Altinópolis (interior de São Paulo), são eventos em que o deslocamento é parte da experiência.
São destinos que exigem estrada, como partir de Goiânia ou Brasília, para quem vai à Chapada dos Veadeiros, por exemplo. Fato é que, planejamento e conforto devem fazer parte do seu trajeto. Viajar bem é condição para aproveitar.
O segundo semestre reúne eventos de diferentes perfis. O Festivalzinho, no Parque Villa Lobos em São Paulo, mostra como os festivais também podem ser familiares, enquanto o Rock in Rio, propriamente no Rio de Janeiro, mantém seu papel de megavitrine cultural.
Em outubro, o show de Jorja Smith, também em São Paulo, fecha o calendário com uma proposta mais intimista, atraindo um público que valoriza qualidade sonora e experiência confortável.
A experiência de um festival em 2026 começa muito antes do primeiro show e continua depois do último acorde.
Com calendários cada vez mais disputados, públicos maiores e eventos espalhados por diferentes cidades do país, aproveitar bem um festival passa por escolhas conscientes, dessa maneira, nesta seção do artigo, selecionamos outras dicas importantes.
Festivais longos exigem energia física e mental, e isso exige um planejamento realista. Dormir bem na noite anterior, se alimentar corretamente e chegar ao local com alguma antecedência fazem diferença direta na forma como você vivencia cada apresentação. Parece básico, mas é justamente o básico que costuma ser ignorado quando a empolgação fala mais alto.
Além disso, é importante aceitar que não dá para ver tudo. Line-ups extensos são pensados para oferecer opções, não para serem consumidos integralmente. Escolher previamente quais shows são prioridade ajuda a evitar frustração e correria desnecessária.
Entre uma atração e outra, vale respeitar o próprio corpo: sentar, se hidratar, circular por áreas menos cheias e até fazer pausas longe do palco também fazem parte da experiência.
Também vale repensar a relação com o celular. Registrar momentos é natural, mas viver o show através da tela o tempo todo cria uma distância desnecessária entre você e o que está acontecendo ao vivo.
Em 2026, com produções cada vez mais elaboradas, luz, som e presença contam muito. Olhar ao redor, perceber o público, cantar junto e sentir o clima coletivo transforma o festival em memória afetiva, não apenas em conteúdo para redes sociais.
Chegar bem também faz parte do show. Depois de escolher o festival, a pergunta inevitável é: como chegar sem transformar a viagem em desgaste?
Viajar com a Gontijo é resolver essa parte com antecedência. A compra é online, sem taxa de serviço, e o passageiro conta com uma operação pensada para quem vai cruzar o país atrás de música.
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