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Conheça mais destinos com a Gontijo!
Até quando os roteiros mais conhecidos vão se repetir? Capitais famosas, cidades turísticas abarrotadas, feriados disputados, filas, preços inflados e experiências cada vez mais parecidas entre amigos e familiares.
Diante disso, a questão que começa a incomodar não é mais “qual destino está em alta?”, mas para onde viajar em 2026 quando a vontade é viver algo menos encenado e mais próximo do Brasil que existe fora das agências de viagens.
Se você é um desses brasileiros, que busca por um destino com menos multidão e mais descoberta, este artigo será surpreendentemente útil.
Acompanhe a leitura!
Quem acompanhou as notícias de turismo nos últimos meses certamente se lembra das imagens: destinos superlotados, cidades impondo limites de visitantes, moradores reagindo ao turismo excessivo. Ao mesmo tempo em que as pessoas passaram a viajar com mais confiança, muitos desses lugares começaram a enfrentar uma pressão difícil de absorver.
Sair dos roteiros turísticos tradicionais pode significar, às vezes, viajar em meio à natureza: fazer trilhas, escalar montanhas, andar de bicicleta, ou se aventurar em árvores. A sensação de satisfação que muitos obtêm ao se desafiarem fisicamente pode ser revigorante.
No Brasil, opções não faltam. O que falta, muitas vezes, é o seu olhar sobre o país. Ou simplesmente considerar que há cidades e territórios culturais que raramente aparecem nos rankings tradicionais, e justamente por isso oferecem experiências mais honestas.
Conhecer esses lugares exige planejamento, estrada e uma empresa que conecta o país. Nesse percurso, a Gontijo é parte da experiência.
O turismo de massa cobra um preço alto. Ele pressiona a infraestrutura, encarece a vida local, descaracteriza cidades e transforma experiências em produtos repetidos. Pensar para onde viajar em 2026 passa, cada vez mais, por evitar esse desgaste.
A escolha passa por lugares que ainda recebem visitantes sem transformar a estadia em disputa por espaço. Destinos menos óbvios ampliam o mapa da viagem e permitem algo simples, mas raro: chegar, ficar e viver o lugar sem pressa.
A seguir, confira 5 lugares que você precisa conhecer em 2026:
Conhecida como Capital da Amizade, do Carnaval e do ecoturismo, Gurupi raramente é citada como destino turístico. Por esse motivo, é o destino ideal para quem está projetando para onde viajar em 2026 com mais consciência e menos expectativa fabricada.
Localizada no sul do Tocantins, Gurupi é uma cidade planejada, funcional e viva, considerada a mais bem estruturada da região sul do estado. Suas avenidas largas, a organização urbana e a presença da Universidade de Gurupi (UnirG) fazem desta uma cidade ativa, mas longe da saturação das capitais.
O Parque Mutuca é um bom retrato do cotidiano desse município, o espaço é frequentado pela população local, portanto é um atrativo interessante para quem deseja conhecer o local através das pessoas.
Ao anoitecer, a Feira da Lua reúne comida simples, sabores regionais e um tipo de convivência que não aparece em nenhum guia turístico e talvez por isso seja tão reveladora.
Gurupi também se destaca por sua geografia. Situada entre os rios Araguaia e Tocantins, possui proximidade com áreas de ecoturismo com praias de água doce, muito procuradas na estação seca.
Além disso, funciona como ponto de apoio para quem segue em direção a cidades históricas tocantinenses e à Ilha do Bananal, a maior ilha fluvial do mundo, um dado que muda completamente a escala do território quando você olha o mapa com atenção.
Camocim está localizada no litoral oeste do Ceará, a cerca de 350 km de Fortaleza, e justamente por isso escapa do roteiro automático de quem costuma visitar a região.
Não é o destino que aparece primeiro nas buscas, nem o que domina o imaginário das redes sociais e isso joga totalmente a favor da experiência.
Ao pensar para onde viajar em 2026, sobretudo quando o assunto é Nordeste, a maioria dos brasileiros associam a viagem a uma fórmula já conhecida: praias cheias, trânsito de buggy, fila para foto, restaurantes disputados.
Camocim se diferencia nesse sentido. Em poucos quilômetros, o litoral muda de forma. O mar aberto dá lugar a estuários, as dunas conduzem a lagoas de água doce, e as praias se conectam a vilas de pescadores ainda em funcionamento.
O entorno de Camocim também amplia o roteiro. Áreas de mangue, estuários e rios criam uma paisagem de tirar o fôlego, favorecendo passeios de barco, caminhadas contemplativas e uma relação mais direta com os ecossistemas.
A gastronomia vem do mar e da região, os deslocamentos são simples, os encontros acontecem sem mediação turística.
São Raimundo Nonato possui cerca de 35 mil habitantes e está localizada no sul do Piauí. A cidade funciona como porta de entrada para o Parque Nacional da Serra da Capivara, reconhecido pela UNESCO como Patrimônio Mundial.
Devido a sua geografia, encontram-se no município mais de 1.200 sítios arqueológicos, com milhares de pinturas rupestres que chegam a 12 mil anos, distribuídas em cânions, paredões de arenito e formações rochosas.
Nessa viagem, você poderá conhecer a Serra da Capivara: escolher roteiros, contratar guias credenciados, caminhar sob sol forte, aprender a ler o território. Áreas como o Baixão da Pedra Furada, o Desfiladeiro da Capivara, o Baixão das Andorinhas e a Serra Branca vão transformar a sua experiência de viagem.
Fora do parque, o Sítio João Pimenta amplia o entendimento da paisagem. Trata-se de uma reserva privada com trilhas em meio a cânions que lembram a Capadócia, onde o relevo ajuda a compreender por que aquela região foi ocupada tão cedo por grupos humanos.
Na cidade, o Museu do Homem Americano reúne fósseis, artefatos e registros arqueológicos que sustentam a importância científica da região como um dos berços da ocupação humana nas Américas. Também há o Museu da Natureza, inaugurado em 2018, que usa recursos interativos para explicar a formação do bioma, as mudanças climáticas e a relação entre ambiente e presença humana ao longo do tempo.
Catalão ajuda a desmontar uma ideia comum sobre o Centro-Oeste: a de que tudo se resume às capitais ou às grandes rotas do agronegócio. Pensar para onde viajar em 2026, quando a vontade é a de encarar diferentes roteiros, passa, necessariamente, por cidades como essa.
Com pouco mais de 100 mil habitantes, no sudeste goiano, Catalão combina infraestrutura, vida cultural ativa e forte identidade histórica. A cidade mantém um funcionamento urbano organizado: serviços, comércio, educação e espaços públicos que são usados pela população.
Apelidada de “Atenas de Goiás” porque, há décadas, esta é uma cidade onde estudar, criar e produzir cultura faz parte da rotina. Desde o início do século XX, Catalão formou professores, artistas e pesquisadores que marcaram a vida cultural da região, como Goiandira de Couto, artista reconhecida nacionalmente por suas obras feitas com areias coloridas, e William Agel de Mello, referência nos estudos de latim no Brasil.
Esse cuidado com o conhecimento aparece também em escolhas práticas, como a criação de uma Biblioteca Digital ainda antes da internet se espalhar pelo interior.
Para quem pensa para onde viajar em 2026, Catalão-GO oferece uma cidade de interior organizada, com festas tradicionais fortes, espaços urbanos vivos e uma identidade cultural que basta chegar, circular e observar para compreender.
A Congada de Catalão é um dos maiores e mais importantes festejos do gênero no país e acontece anualmente entre o fim de setembro e o início de outubro, tendo como ponto alto o dia 7 de outubro, data dedicada a Nossa Senhora do Rosário.
Durante esse período, a festa organiza o calendário da cidade, mobiliza congadas, ternos, missas, cortejos e celebrações que ocupam ruas, praças e espaços centrais. A Igreja de Nossa Senhora do Rosário é quem abriga o evento.
Para onde viajar em 2026 na Bahia? Fuja do óbvio, vá para o interior da Bahia. Gandu está localizada no Baixo Sul do Estado, a cerca de 295 km de Salvador, o acesso a esse destino revela paisagens do sul baiano, como trechos de mata, áreas rurais, pequenas comunidades e a típica vida do interior.
Esse tipo de chegada molda a experiência. Gandu oferece uma vida urbana distribuída entre encontros no fim de tarde, comércio ativo, circulação a pé e de bicicleta e conversas que acontecem sem mediação de evento.
Um dos principais espaços de convivência da cidade é o Lago Azul, área de lazer frequentada pelos próprios moradores. O lugar permite caminhadas e é ideal para quem busca descanso e tempo desacelerado.
A cidade realiza um dos festejos juninos mais animados da região, com destaque para o Arrastão do Sabiá, que percorre as ruas ao som de trio elétrico, música popular e participação direta da comunidade.
Gandu cumpre bem a ideia de um destino autêntico. Não oferece atrações espetacularizadas, mas permite reencontrar a vida simples e realizar algo simbólico para quem busca paz: esperar, observar, conversar e pertencer por alguns dias.
Pensar para onde viajar em 2026 passa, principalmente, por escolher como chegar aos destinos. A Gontijo é uma das empresas de transporte rodoviário mais tradicionais do Brasil, com décadas de atuação ligando diferentes regiões por estrada.
Hoje, a Gontijo conecta mais de 2.000 cidades, em mais de 15 estados brasileiros, além do Distrito Federal. Essa ampla malha rodoviária permite que os brasileiros consigam acessar cidades que fogem do turismo disputado tradicionalmente.
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