
O padrão da Gontijo é atender a todos os públicos, nossa missão é oferecer um serviço de segurança e conforto.
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Viajar não deveria exigir coragem extra de ninguém. Quem compra uma passagem quer chegar ao destino, rever alguém, cumprir um compromisso, descansar, cuidar da saúde, trabalhar ou conhecer um lugar novo.
Diante disso, o caminho não pode virar uma sequência de dúvidas: “vão me atender?”, “vou conseguir embarcar?”, “meu equipamento será transportado com cuidado?”, “a informação vai chegar de um jeito claro?”.
Para passageiros com deficiência ou mobilidade reduzida, uma boa experiência começa quando existe respeito antes mesmo do ônibus sair da rodoviária. É sobre não precisar explicar o óbvio e ser atendido como passageiro, cliente e pessoa.
Na Gontijo, entendemos que uma viagem acessível nasce desse cuidado. Ela aparece no atendimento, na comunicação, na segurança, na preparação das equipes e na forma como cada necessidade é tratada com seriedade.
Afinal, inclusão não pode ser um assunto distante, bonito apenas no discurso. Precisa aparecer em todas as etapas de uma viagem, desde o embarque até o desembarque.
Acompanhe a leitura!
A primeira barreira de uma viagem nem sempre é física. Muitas vezes, é a falta de informação. O passageiro precisa saber como comprar, quais documentos apresentar, como solicitar atendimento, quando chegar ao terminal e como transportar equipamentos de apoio.
Por isso, o atendimento claro faz tanta diferença. Pessoas com deficiência visual, auditiva, física, intelectual ou com mobilidade reduzida podem ter necessidades diferentes, e nenhuma delas deve ser tratada como complicação.
Antes da compra, vale consultar os canais oficiais da Gontijo, verificar a rota desejada e informar eventuais necessidades de apoio. Esse contato prévio ajuda a organizar melhor o embarque e reduz imprevistos no dia da viagem.
Também é importante lembrar: acessibilidade não significa pressa. Significa orientação correta, tempo adequado e atendimento respeitoso. Quando o passageiro entende cada etapa, ele viaja com mais segurança.
Acessibilidade no transporte rodoviário não depende da boa vontade de quem está atendendo naquele dia. Ela é parte do direito de ir e vir.
As normas nacionais determinam que passageiros com deficiência ou mobilidade reduzida recebam atendimento prioritário e diferenciado, com condições para utilizar o serviço com segurança e autonomia.
Assim, deixa evidente que ninguém está “dando trabalho” por precisar de apoio no embarque, ou é um pedido. Até porque ninguém deve se sentir constrangido por usar cadeira de rodas, bengala, muletas, andador, cão-guia ou qualquer outro recurso de apoio.
O transporte rodoviário conecta cidades, famílias, tratamentos médicos, empregos, estudos e oportunidades. Quando ele é inclusivo, ele amplia a vida cotidiana de milhares de pessoas.
O compromisso da Gontijo com a inclusão é parte da forma como enxergamos o passageiro: com respeito, individualidade e atenção às suas necessidades individuais.
O dia da viagem fica mais tranquilo quando alguns cuidados são tomados com antecedência. Passageiros que precisam de atendimento especial devem informar a transportadora antes da partida, sempre que possível, especialmente quando houver necessidade de apoio no embarque, transporte de equipamentos ou orientação específica.
Além disso, é importante chegar à rodoviária com tempo. O embarque de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida deve acontecer com prioridade e calma, evitando correria em plataforma cheia.
Na bolsa de mão, é importante deixar documentos, passagem, medicamentos, água, contatos de emergência e itens pessoais de uso imediato. Se houver laudos, credenciais ou documentos relacionados a benefícios, eles também devem ficar em local fácil de acessar.
A preparação existe para garantir que tudo aconteça melhor. Quanto mais organizada for a chegada ao terminal, mais confortável será o início da viagem.
O embarque é um dos momentos mais importantes para passageiros com deficiência ou mobilidade reduzida. É ali que o cuidado precisa aparecer de forma concreta: no apoio da equipe, na orientação sobre a poltrona, no manuseio adequado dos equipamentos e na atenção ao tempo de cada pessoa.
A norma da ANTT prevê diferentes recursos para garantir embarque e desembarque, como plataforma elevatória, rampa móvel, cadeira de transbordo ou outras formas de acesso seguro, conforme a estrutura disponível e a característica do serviço.
O processo precisa ser conduzido sem pressa e sem constrangimento. O passageiro deve ser tratado com naturalidade, sem infantilização e sem atitudes invasivas. A pergunta mais simples continua sendo a melhor: “como podemos ajudar?”.
Essa postura evita erros comuns, como puxar uma cadeira de rodas sem autorização, afastar muletas do alcance da pessoa ou falar com o acompanhante em vez de falar diretamente com o passageiro.
Cadeira de rodas, bengalas, muletas, andadores e outros recursos de apoio não são bagagens comuns. São extensões da autonomia do passageiro. Por isso, devem ser transportados com prioridade e cuidado, sem cobrança adicional quando se tratam de ajudas técnicas indispensáveis à locomoção.
A atenção aqui é que, um equipamento danificado pode comprometer toda a chegada ao destino. Para quem depende desses recursos, não se trata apenas de um item material. Trata-se da possibilidade de circular, trabalhar, estudar, ir a uma consulta, visitar alguém ou continuar a viagem com independência.
Quando o equipamento tiver dimensões maiores ou exigir cuidado especial, o ideal é avisar com antecedência. Assim, a equipe consegue orientar melhor sobre armazenamento e procedimentos.
O passageiro também deve manter por perto itens menores e de uso contínuo, como bengala dobrável, próteses removíveis, medicamentos e documentos. O que for essencial durante o trajeto não deve ir no bagageiro.
Passageiros com deficiência visual têm direito ao transporte com cão-guia. O animal acompanha o usuário no veículo, sem cobrança adicional, observadas as condições de identificação, vacinação e uso dos equipamentos adequados.
Mas esse direito também exige consciência coletiva. Cão-guia não está passeando, ele está a trabalho. Dessa forma, não deve ser chamado, distraído, alimentado ou tocado sem autorização. Uma tentativa de carinho pode parecer inocente, mas pode desviar a atenção do animal e colocar o usuário em risco.
O mesmo respeito vale para a comunicação. Ao falar com uma pessoa cega, fale diretamente com ela, não com quem a acompanha. Se precisar se afastar, avise. Se for oferecer ajuda, pergunte antes. Se for orientar um caminho, descreva com clareza.
Inclusão também é comportamento. Na maioria das vezes, o conforto de uma viagem depende desses gestos pequenos, feitos do jeito certo.
Algumas pessoas com deficiência podem ter direito ao Passe Livre Interestadual, benefício voltado a pessoas com deficiência comprovadamente de baixa renda, conforme regras do Governo Federal.
Esse benefício pode garantir gratuidade em viagens interestaduais, desde que o passageiro cumpra os critérios exigidos e apresente a documentação necessária. Nesse caso, é essencial consultar os canais oficiais antes de organizar a viagem.
Nem toda pessoa com deficiência têm automaticamente direito ao Passe Livre, podem existir regras sobre tipo de serviço, disponibilidade e forma de solicitação. Conferir essas informações evita frustração e ajuda o passageiro a usar corretamente um direito importante.
A Gontijo entende que a inclusão começa no respeito às diferenças. O cuidado aparece no atendimento aos passageiros e também na valorização de colaboradores com deficiência, presentes em diferentes áreas e cidades onde a empresa atua.
Oferecemos diferenciais que tornam a experiência mais segura para todos os passageiros: ônibus monitorados em tempo real, motoristas testados com bafômetro no início e no fim da viagem, manutenção e limpeza frequentes, estrutura de apoio em diferentes rotas e mais de 80 anos de história no transporte rodoviário.
Para passageiros com deficiência ou mobilidade reduzida, confiança é parte do conforto. Saber que existe estrutura por trás da viagem ajuda a reduzir inseguranças e permite que o foco esteja no destino, não nos obstáculos do caminho, compre sua passagem.










