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Ouro Preto é uma cidadezinha histórica localizada no interior de Minas Gerais. Especificamente na Região Sudeste do Brasil, a cidade fica a 100 km de Belo Horizonte. Bem pertinho da Serra do Espinhaço, Ouro Preto ficou conhecida por seu patrimônio rico e histórico, marcado por igrejas centenárias, casarões antigos e um cenário que nos leva de volta ao passado.
É pouco dizer que esse espaço foi tombado pelo IPHAN e se tornou Patrimônio Mundial da história brasileira. Só quem já experimentou visitar essa cidade consegue entender o que estamos falando: a cidade é um tanto especial.
Marcado por lendas, acontecimentos históricos e histórias macabras, o Centro Histórico de Ouro Preto guarda consigo uma das partes mais importantes da formação do nosso país. A seguir, você entende tudo o que precisa saber sobre o assunto. Confira!
Ouro Preto, atualmente, é uma das cidades mais visitadas de Minas Gerais devido ao seu acervo rico e histórico que chama atenção até daqueles que não são muito fãs de história.
Mas como a cidade surgiu? Qual a história por trás desse centro tão importante que foi tombado pelo IPHAN em 1938?
Bem, para entendermos o começo de tudo bem direitinho, precisamos retomar aos eventos mais importantes da formação do Brasil: O Ciclo de Ouro e a Inconfidência Mineira.
No final do século XVII, bandeirantes e exploradores encontraram uma agregação de diversos arraiais de garimpo de ouro nas encostas da região que mais tarde formaria a cidade de Ouro Preto. Com o tempo, esses núcleos foram se unindo, dando origem à cidade que primeiro se chamou Vila Rica. Pouco tempo depois, ela se tornou o centro da corrida do ouro nas Américas e um dos lugares mais ricos do Império Português.
Mas por que “Ouro Preto”? O nome surgiu pelo simples fato de o ouro muitas vezes ter sido encontrado coberto por uma camada escura de óxido de ferro. Essa abundância de minério transformou a cidade em um centro econômico e político.
Além da importância cultural, a cidade ficou marcada por ser um dos centros da Inconfidência Mineira, movimento que questionava o domínio português e inspirava ideias de independências. O nome de Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, ficou eternamente ligado à cidade.
Já no século XIX, as minas começaram a se esgotar. Foi quando Ouro Preto perdeu prestígio econômico e deixou de ser a capital de Minas Gerais, especificamente em 1897.
Paradoxal ou não, esse declínio preservou toda a arquitetura colonial da cidade, deixando-a quase intacta. Por essa razão, em 1980, a cidade se tornou o primeiro patrimônio cultural reconhecido pela Unesco como Patrimônio Mundial.
A riqueza do ciclo de ouro financiou a construção de muitos lugares, incluindo igrejas, chafarizes, pontes e casarões que hoje em dia definem a identidade da cidade.
Foi durante esse período que artistas como Antônio Francisco Lisboa e Manuela da Costa Ataíde produziram algumas das riquezas das obras barrocas mais importantes, como "Os profetas em pedra-sabão” do Santuário do Bom Jesus de Matosinhos.
Muitas igrejas, em especial a Igreja de São Francisco de Assis, são símbolos dessa época..
Agora que você já conhece a história da cidade mineira, nada mais justo do que descobrir o que fazer no tão famoso Centro Histórico de Ouro Preto.
Com a história em mente, cada cantinho que você conhece tem um quê de especial. E é claro que a Gontijo fez questão de listar os pontos mais interessantes do centro da cidade. Veja:
Um dos pontos culturais mais importantes do Centro Histórico de Ouro Preto é o Museu da Inconfidência, que conta, através de exposições, quadros e artefatos, um pouco do movimento liderado por Tiradentes.
O monumento foi construído entre 1785 e 1855 e funcionou primeiramente como Casa de Câmara e Cadeia, mas logo no início do século XX teve foco exclusivamente na função de cadeia.
Em 1930, os restos mortais dos inconfidentes que foram extraditados para África retornaram ao Brasil, tendo sido instalados no Panteão dos Inconfidentes em um salão do edifício. Algum tempo depois, devido a um decreto de lei, todo o prédio passou por uma transformação e se tornou o mais novo museu, em funcionamento desde 1944.
São três anexos instalados no museu. No primeiro fica o auditório, a Sala Manoel da Costa Athaíde com exposições temporárias e a reserva técnica.
No segundo, estão a Diretoria, a Secretária, os setores de Museologia e o Laboratório de Conservação e Restauração.
Já no terceiro, por fim, conhecido como a Casa do Pilar, fica o Arquivo Colonial, com cerca de 40 mil documentos importantes envolvendo processos da justiça no século XVIII e XIX, a Biblioteca (com mais de 10 mil volumes) e os setores Educativo, de Pesquisa e Musicologia, além do setor Administrativo.
A Casa dos Contos fica a poucos minutos da Praça Tiradentes, também no Centro Histórico de Ouro Preto. Hoje ela funciona como museu, mas antigamente era usada como residência do contador de impostos português João Rodrigues de Macedo, um dos homens mais ricos da capitania de Minas.
Os visitantes encontram por lá exposições sobre o ciclo do ouro, impostos e moedas do período colonial, além de documentos históricos e objetos do século XVIII e XIX. A entrada é gratuita e o horário de funcionamento é das 10h às 18h de terça a sábado. Aos domingos e feriados, das 10h às 14h.
Também chamada de Rua Conde de Bobadela, é ali que se concentram algumas das paradas mais importantes de Ouro Preto. Os visitantes caminham pela rua de pedra e se teletransportam para o passado. A vista com casarões antigos, lojinhas de artesanato, ateliês e cafeterias trazem identidade para o local.
É um espaço onde as pessoas podem passear, observar os casarões coloniais e tirar fotos. Nas lojinhas de artesanato, encontram-se peças em pedra-sabão, jóias e lembrancinhas. À noite, essa rua fica ainda mais agitada, com bares, música e bastante movimento.
Impossível falar do Centro Histórico de Ouro Preto e não citar a icônica Igreja de São Francisco de Assis. Estamos falando de uma das obras-primas do barroco brasileiro, e a experiência de assistir aos detalhes de pertinho é muito especial.
Por lá, você encontra uma fachada e um projeto arquitetônico ligados a Antônio Francisco Lisboa, um dos maiores nomes da arte colonial brasileira. Tanto os altares quanto as esculturas foram feitos em talha dourada, enquanto os detalhes da capela foram feitos de madeira esculpida e decoração religiosa típica do século XVIII.
A área externa rende fotos belíssimas com vista para boa parte do centro histórico. Toda a visita leva de 30 a 60 minutos, porque alguns pontos contêm informações históricas e detalhes artísticos que levam tempo para entender e interpretar.
Uma das curiosidades mais importantes que precisamos citar é que a Igreja São Francisco de Assis começou a ser construída no fim do século XVIII e virou um dos maiores símbolos artísticos do ciclo do ouro em Minas Gerais.
Agora que você já sabe o que fazer no Centro Histórico de Ouro Preto, que tal se programar para fazer uma viagem?
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