Falar da culinária carioca é falar de encontros, de mesa cheia, de comida que aquece e aproxima. O Rio de Janeiro é conhecido pelo samba, pelas praias e pela vida ao ar livre, mas a gastronomia da cidade também tem seu charme.
Entre bares de esquina, restaurantes e lanches que foram passados de gerações, a cozinha carioca conta muito sobre o jeito descontraído da cidade.
Qual é o prato mais famoso da culinária carioca?
Se existe um prato que ninguém ousaria deixar de fora quando o assunto é culinária carioca, esse prato é a feijoada. Mais que uma receita, a feijoada é quase um ritual: feijão-preto cozido lentamente com linguiça, carne seca, costelinha, bacon e outras partes suculentas do porco. Chega à mesa acompanhada de arroz branco, farofa, couve refogada e laranjas cortadas em rodelas.
Não é só o sabor que faz desse prato uma receita especial. A feijoada tem aquele poder de reunir a família e também os amigos. Todo mundo já sabe: sábado no Rio é dia de samba com feijoada em muitos bairros. Restaurantes lotam, rodas de música se formam e o prato se transforma em desculpa para passar a tarde inteira entre amigos. É um clássico que, além de alimentar, carrega história e tradição.
Mas se engana quem pensa que a culinária do Rio de Janeiro se limita ao feijão-preto. Existem comidas que, embora simples, dizem muito sobre o dia a dia da cidade. Vamos conferir?
4 pratos que não podem faltar na culinária carioca
Entre os principais pratos dignos de master chefs do Rio de Janeiro, estão:
- Picadinho: o picadinho de carne é um dos pratos que dão água na boca. É comida de boteco e de casa de família. Carne cortada em cubinhos, molho encorpado, arroz soltinho, feijão, farofa e, muitas vezes, banana frita para completar. É um prato que remete a aconchego, com aquele sabor que parece caseiro em qualquer lugar;
- Filé à Oswaldo Aranha: criado na Lapa, o filé à Oswaldo Aranha leva o nome de um diplomata brasileiro que sempre pedia o mesmo prato em um restaurante da região. É um filé alto, grelhado, coberto com bastante alho frito, acompanhado de arroz, farofa e batata portuguesa. Hoje, é tradição em muitos cardápios do Rio;
- Bife com batata frita: parece simples demais? Pois é justamente isso que o torna tão carioca. O bife com batata frita é a escolha de muita gente para o almoço rápido de segunda a sexta. É a cara da comida trivial servida em restaurantes populares; e
- Bolinho de bacalhau: o Rio tem nos bares e botequins um de seus maiores patrimônios culturais. E a comida de boteco, claro, não fica atrás. O bolinho de bacalhau é uma herança portuguesa que caiu no gosto carioca. Crocante por fora, macio por dentro, é figurinha carimbada nos bares da cidade.
Culinária carioca nas ruas: veja o que provar
Além dos restaurantes e bares, a culinária carioca também vive nas ruas. O carioca tem carinho especial por alguns lanches que são praticamente um patrimônio imaterial.
- Chá-mate com biscoito Globo: ninguém que pisa na areia de Copacabana ou Ipanema esquece dessa dupla. O mate gelado, servido em garrafões de alumínio pelos vendedores ambulantes, acompanhado do biscoito de polvilho, é o lanche oficial de praia.
- Cachorro-quente podrão: vendido em trailers espalhados pela cidade, o “podrão” leva salsicha, ovo de codorna, milho, ervilha, batata palha, queijo e até passas. É exagerado, sim, mas amado por gerações de cariocas, principalmente na saída da balada.
- Sanduíche de pernil com abacaxi: criado no Bar Cervantes, em Copacabana, é famoso pela suculência e pelo contraste do abacaxi. Um lanche que se tornou referência da cidade.
Pratos com histórias curiosas e inesquecíveis
- Sopa Leão Veloso: inspirada em sopas mediterrâneas, leva peixe, camarão, lula e mexilhão em um caldo aromático. Foi criada em homenagem a um diplomata brasileiro, e acabou virando prato digno de restaurantes;
- Angu: simples e saboroso, é um creme de fubá que acompanha carne moída ou de porco. Embora seja herança de tempos coloniais, segue presente em mesas cariocas até hoje;
- Frango assado de padaria: clássico de domingo, comprado inteiro, com batatas douradas na assadeira. Não há carioca que não tenha lembranças desse hábito.
E o açaí?
O açaí na tigela não nasceu no Rio, mas ganhou uma versão própria na cidade. Enquanto no norte ele é consumido de forma mais natural e pouco doce, o carioca adotou a fruta congelada e a serviu com banana, granola, leite em pó e mel. Hoje, dificilmente você não encontra uma lanchonete servindo açaí em qualquer bairro.
Diante de tanta variedade, a pergunta continua: qual é o prato que realmente não pode faltar quando se fala em culinária carioca?
A resposta segue sendo a feijoada. Ela representa a história, a união e o jeito de viver do Rio de Janeiro. Mas, ao lado dela, picadinho, bolinhos, filé à Oswaldo Aranha, cachorro-quente, biscoito Globo com mate e até o simples frango assado ajudam a compor o mosaico gastronômico da cidade.
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